Popularmente conhecido como o “imposto do pecado”, o IS será cobrado sobre produtos e serviços que causam impacto negativo à saúde ou ao meio ambiente, como cigarro, bebidas alcoólicas e combustíveis fósseis.
Atividades consideradas estratégicas ou de interesse público terão alíquota reduzida em até 60% sobre o valor padrão do novo modelo de tributação, formado pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
A reforma tributária vai mudar a forma como o Brasil cobra impostos sobre consumo, afetando empresas de todos os tamanhos e, de maneira direta, profissionais liberais e autônomos.
O setor de serviços é um dos mais representativos da economia brasileira, responsável por cerca de 70% do PIB nacional e pela maior parte dos empregos formais.
O comércio eletrônico (e-commerce) foi um dos setores que mais cresceu nos últimos anos, impulsionado pela digitalização, pelos novos hábitos de consumo e pela expansão das vendas online. Agora, com a reforma tributária: como adaptar suas operações às novas regras de tributação sobre bens e serviços?
A reforma tributária representa a maior transformação do sistema fiscal brasileiro em décadas. A transição até 2033 foi desenhada para ser segura e previsível, permitindo que as empresas se adaptem sem rupturas.
Uma das maiores dúvidas sobre a reforma tributária é se ela vai encarecer produtos e serviços para o consumidor final. Há um temor generalizado de que os preços subam.
Afinal, o Simples Nacional vai acabar? Vai ficar mais caro? O que muda?
Neste artigo, esclarecemos como a reforma tributária afeta os pequenos negócios e o que você, empresário, precisa saber para se preparar.
Se você é empresário, contador ou profissional liberal, entender como essas mudanças vão afetar o seu negócio é essencial para se adaptar e aproveitar possíveis benefícios.